Placas do Brasil e Engie submeteram ao Cade a compra de 40% da holding que controla sete usinas solares de 340,5 MW no Rio Grande do Norte, visando autoprodução industrial e economia de R$ 10 milhões por ano.
O que isso muda para você
Esta negociação envolve usinas de grande porte destinadas ao consumo próprio de indústrias e não altera diretamente as regras ou os preços para quem tem ou pensa em instalar painéis solares em casa ou pequeno negócio. Porém, mostra que grandes empresas estão investindo em energia solar própria, o que pode influenciar o mercado de equipamentos e serviços no médio prazo. Se você é consumidor residencial ou rural, a notícia não traz impacto imediato na sua conta de luz.
Placas do Brasil, fabricante de painéis de MDF, e a Engie, empresa de energia, submeteram ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a proposta de operação que envolve a compra de 40% da participação societária da holding que detém o complexo Assú Sol.
O complexo Assú Sol, localizado no Rio Grande do Norte, reúne sete usinas de energia solar com capacidade total de 340,5 megawatts. A operação prevê que a energia gerada seja utilizada para autoprodução nas indústrias das empresas envolvidas.
Com a autoprodução, as empresas estimam uma economia de aproximadamente R$ 10 milhões por ano nos custos de energia. A análise do Cade deverá verificar se a transação concorre com as regras de livre concorrência.
Fonte original · pv magazine Brasil
Placas do Brasil e Engie submetem ao Cade operação de autoprodução solar de 340,5 MW
Este post é um resumo em português. A matéria completa está no site do publicador.
Foto ilustrativa: Negative Space · StockSnap · domínio público (CC0)




